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Esporte: Mais do que entretenimento um negócio

  • 23 de out. de 2016
  • 2 min de leitura

Já há muito tempo, o esporte deixou de ser visto e tratado apenas como uma mera opção de lazer e divertimento, tornou-se também uma opção de negócio, e este tratamento diferenciado se dá não somente por parte das entidades, instituições, organizações, empresas e investidores, mas também por parte dos torcedores e consumidores do que um dia serviu só como hobby e entretenimento. Marcas e fornecedores esportivos que em um passado recente, somente confeccionavam suas peças e acessórios para servirem exclusivamente a atletas profissionais, passaram a enxergar o mercado de maneira mais ampla, uma vez que os apreciadores e amantes do gênero de modo geral visam e imaginam se transportar para a realidade de seus esportistas preferidos, no dia a dia de seus clubes, querendo pra si o que os especialistas vestem, calçam e usam. O cenário mercadológico voltado ao esporte é tão bom, que mesmo empresas fora do setor, e dos mais variados e distintos segmentos, investem valores altíssimos para terem seus nomes exibidos e vinculados a grandes eventos como, por exemplo, a Olimpíada e Copa do Mundo de Futebol, primeiro e segundo maior evento esportivo respectivamente.

No entanto, tais investimentos não se limitam a empresas especializadas no setor, o McDonald’s - principal rede de fast food do mundo - é um dos principais investidores de competições esportivas mundo á fora, o que embora contraditório, levando em conta que seus alimentos e cardápio não são nada saudáveis, garante a norte-americana, enorme visibilidade e retorno. Outras empresas ainda preferem empregar capital direto ao bancar grandes atletas, que hoje são verdadeiras celebridades e sucesso de público e crítica, despertando no fã e admirador o desejo de se parecer e aproximar-se do seu ídolo, ainda que seja apenas pela vestimenta, o que os atletas vestem, passou a ser tendência e ditar moda dentre seus expectadores, há uma influência direta dos desportistas e muitas são as empresas que enxergam tais possibilidades e se aproveitam comercialmente delas. É o caso da Nike – que ocupa a 31º posição no ranking das 50 marcas mais valiosas do mundo - que patrocina há anos e com um contrato milionário, o principal jogador e ídolo no esporte brasileiro, o futebolista Neymar.


 
 
 

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